O que nos faz bem?

sexta-feira, 21 de agosto de 2009 às 16:57

Achei esse texto no perfil do orkut da minha irmã. Como eu nunca tinha visto ele e o achei interessante, resolvi postar aqui. E o qual é a ligação dele com a imagem? Bom, nenhuma. Eu só achei a imagem bonita e resolvi postar. Espero que gostem também.




Aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, aproveitar a vida com mais intensidade… O mundo é louco, definitivamente louco… O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro. O sol que ilumina o teu rosto, enruga. E o que é realmente bom dessa vida, despenteia… - Rir às gargalhadas, despenteia. - Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia. - Tirar a roupa, despenteia. - Beijar a pessoa amada, despenteia. - Brincar, despenteia. - Cantar até ficar sem ar, despenteia. - Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível… Então, como sempre, cada vez que nos vejamos, eu vou estar com o cabelo bagunçado… mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida. É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, àquela que decide não subir Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora. O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria… E talvez deveria seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz? Por acaso não se dão conta que, para ficar bonita, eu tenho que me sentir bonita…? O que realmente importa é que, ao me olhar no espelho, eu veja a mulher que devo ser. E, acima de tudo, DEIXE A VIDA TE DESPENTEAR!!!! O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...

Gravity

quarta-feira, 19 de agosto de 2009 às 10:02
Essa música me deixa todo arrepiado, só de ouvir ela.
Fora que eu adoro o clipe. Espero que gostem também.

Gravity - Sara Bareilles


Something always brings me back to you.
It never takes too long.
No matter what I say or do
I'll still feel you here
'til the moment I'm gone.

You hold me without touch.
You keep me without chains.
I never wanted anything
so much than to drown in your love
and not feel your rain.

Set me free, leave me be.
I don't want to fall another moment
into your gravity.
Here I am and I stand so tall,
just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.

You loved me 'cause I'm fragile.
When I thought that I was strong.
But you touch me for a little while
and all my fragile strength is gone.

I live here on my knees
as I try to make you see that
you're everything I think
I need here on the ground.
But you're neither friend nor foe
though I can't seem to let you go.
The one thing that I still know
is that you're keeping me down.

Keeping me down.
You're on to me,
you're on to me,
all over me.

Something always brings me back to you.
It never takes too long.



Certezas?

às 09:50
Talvez eu seja muito impulsivo e não pense direito nas conseqüências dos meus atos. Talvez eu ainda use minhas palavras para ferir com mais freqüência do que para confortar alguém. Quem sabe eu não haja como uma criança de cinco anos num dia e, no dia seguinte, pense como um senhor de 60. Provavelmente eu tenha que enfrentar algumas pessoas com as quais eu desejo nunca mais me deparar e talvez, somente talvez, eu consiga superá-las.

Possivelmente eu tenha muitos medos. Medo da solidão e da falta de privacidade. Medo de liderar e também ser liderado. Medo do próprio medo. Quem sabe eu tenha medo, até mesmo, de mim. Dos meus amigos mais queridos. Da minha família. Enfim, medo da vida. Mas também medo de morrer.

Talvez eu seja egocêntrico. Seja narcisista. Seja boçal. Mas ao mesmo tempo, posso ser tímido, inseguro e humilde. Talvez eu assuma erros que nunca cometi. E conte vantagem de acertos pelos quais eu nunca passei perto.

Posso ser uma pergunta sem sua resposta, também posso ser uma resposta a uma pergunta nunca antes feita. Posso ser o torto, quando tudo está reto. Posso ser uma metáfora, quando o discurso é real.

Talvez, e só talvez eu seja tudo isso que eu disse.
Talvez não.

E um novo começo...

terça-feira, 18 de agosto de 2009 às 18:20
Bom, começando mais um blog. Acho que esse é o sétimo que eu faço. Então o que faria você a crer que não vou abandonar ele novamente? Bom, nada. Infelizmente não dou garantia disso. Você está por sua própria conta e risco.

A minha ideia é postar alguns textos meus, contos, cronicas. Talvez alguns desabafos. Falar aleatoriedades... Enfim, o que vier na minha cabeça. Então considero isso um blog pessoal. Está aqui para ME satisfazer e por conta disso eu não espero comentários. Portanto, sinta-se a vontade em não falar nada.

Agora, se quiser comentar, tenha algo a dizer. Pode ser crítica ou elogio. Até mesmo sugestões. Ou se preferir, pode me mandar um e-mail.

Então é isso. A quem leu até aqui, bem-vindo a minha mente. Bem-vindo ao meu delírio e deleite.